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Rebellato Contabilidade & Assessoria

Empregadores e trabalhadores fecham novos valores para o piso regional#

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ImprimirReportar erroTags:s, pela, catarinense, primeira, pecuária, extrativas, beneficiamento e pesca536 palavras9 min. para ler
s federações empresariais e centrais sindicais laborais de Santa Catarina chegaram a consenso para atualizar o mínimo regional. Os pisos acordados para as quatro faixas foram de R$ 1.158, R$ 1.201, R$ 1.267 e R$ 1.325. O índice médio de reajuste foi de 4,29%. Os novos valores foram acordados durante reunião na FIESC, nesta terça-feira (12), em Florianópolis, e são retroativos a janeiro.

"A aproximação entre os trabalhadores e os empresários é saudável e o diálogo equilibrado leva à construção de um estado melhor e mais justo”, afirmou o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, ressaltando a importância da negociação coletiva. "A negociação é tradicional em Santa Catarina e mostra que chegamos a um acordo que atende trabalhadores e empregadores”, completou.

"A negociação é um processo importante e cada dia que passa estou mais convencido disso. Valoriza tanto os empresários quanto os trabalhadores. O fechamento de um acordo tem grande significado para o movimento e as entidades sindicais”, afirmou o diretor da Federação dos Trabalhadores no Comércio (FECESC), Ivo Castanheira.

Entre os representados na negociação estiveram pelo lado empregador: FIESC (Federação das Indústrias de SC); FAESC (Federação da Agricultura); FECOMÉRCIO (Federação do Comércio), FETRANCESC (Federação das Empresas de Transportes de Cargas) e Federação dos Hospitais (FEHOESC). Representaram os trabalhadores: FECESC, FETIESC, FETIAESC, Força Sindical, Nova Central dos Trabalhadores, UGT, CUT, FETAESC e Dieese.

Veja abaixo as faixas que compõem o mínimo regional:




Trabalhadores que integram as quatro faixas do mínimo regional catarinense:


Primeira faixa:


a) na agricultura e na pecuária;


b) nas indústrias extrativas e beneficiamento;


c) em empresas de pesca e aquicultura;


d) empregados domésticos;


e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).


f) nas indústrias da construção civil;


g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;


h) em estabelecimentos hípicos; e


i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.


Segunda faixa:


a) nas indústrias do vestuário e calçado;


b) nas indústrias de fiação e tecelagem;


c) nas indústrias de artefatos de couro;


d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;


e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;


f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;


g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e


h) nas indústrias do mobiliário.


Terceira faixa:


a) nas indústrias químicas e farmacêuticas;


b) nas indústrias cinematográficas;


c) nas indústrias da alimentação;


d) empregados no comércio em geral; e


e) empregados de agentes autônomos do comércio.


Quarta faixa:


a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;


b) nas indústrias gráficas;


c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;


d) nas indústrias de artefatos de borracha;


e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;


f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;


g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;


h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);


i) empregados em estabelecimento de cultura;


j) empregados em processamento de dados; e


k) empregados motoristas do transporte em geral.


I) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.



Fonte: FIESC