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CNI: reforma tributária e modernização das leis trabalhistas devem ser prioridades

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ImprimirReportar erroTags:indústria, agenda, cni, investimentos, leis, avanços, modernização e tributária288 palavras4 min. para ler
Encerrado o processo eleitoral, a expectativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) é de que os governantes e os parlamentares eleitos se unam em torno da implementação de uma agenda positiva que conduza o país ao desenvolvimento econômico e social. As eleições deste ano reforçaram os avanços institucionais e consolidam a democracia no Brasil, diz a entidade.
"A indústria brasileira manifesta a confiança de que o diálogo entre o setor público e a iniciativa privada não só continuará, mas será aprofundado, em favor da adoção das medidas necessárias para a melhora da competitividade, o estímulo ao crescimento consistente da economia e a manutenção dos avanços sociais", afirma, em comunicado, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
Segundo a entidade, nos próximos quatro anos, o Brasil precisa enfrentar alguns desafios para ganhar produtividade e retomar o crescimento da economia. O primeiro passo é estabelecer uma agenda clara, com objetivos, metas e sistema de gestão definidos. Entre as prioridades dessa agenda devem estar a reforma tributária, a modernização das leis do trabalho e o aumento dos investimentos em infraestrutura. A indústria defende uma reforma tributária que simplifique o sistema de arrecadação de impostos, acabe com a cobrança dos tributos em cascata desonere os investimentos e as exportações.
Para melhorar a infraestrutura do país, afirma ainda a CNI, ?é preciso aperfeiçoar a gestão, eliminar obstáculos, como o atraso das obras, reduzir a burocracia e aumentar os investimentos públicos e privados em estradas, portos, ferrovias e aeroportos, estabelecendo sistemas eficientes e integrados de logística. A indústria considera também que é preciso fortalecer as agências reguladoras, criar um marco regulatório para o gás natural, a modernização das leis do trabalho deve priorizar a regulamentação da terceirização e a valorização das negociações coletivas.

Fonte:/O Globo